13 julho 2012

Época de negociações e a mudança de cenário


O Tite já deixava claro, no Bate-Bola da Espn, que o Paulinho não seria negociado com a Inter de Milão e o Mário Gobbi logo depois confirmou que a dupla de volantes campeã da Libertadores irá ficar. Anúncio dado no mesmo dia que a taça do torneio chegou ao Memorial do Corinthians.

Não que o Ralf tivesse perigo de sair.

Uma mudança cenário quando mantemos um dos melhores jogadores do time. Perder Leandro Castán, William, Ramón, Gilsinho já não parece o fim do mundo. Tirando o zagueiro, as perdas podem ser reparadas. Até as negociações que ainda estão acontecendo (Alex e Liedsón) não parecem afetar o time.

Aliás, os dois devem sair se quiserem. A diretoria já havia deixado claro que não ia tentar impedir a saída de Alex, iria ficar se quisesse ficar. Na saída do jogo contra o Botafogo, o meia afirmou que deixa as negociações com a diretoria. Ligue os pontos. Se ele sair, o Douglas, que vem jogando bem, pode se encaixar no time, basta correr mais.

O Liédson também só fica se quiser assinar por menos tempo. O Corinthians quer seis meses, ele quer dois anos. A lógica das técnicas de negociação é que seja fechada por um ano. Poderá ser uma assinatura por serviços prestados, já que Paolo Guerrero foi contratado para a mesmo posição e Liédson ainda não apresenta preparo físico ideal.

Além de Guerrero, Martinez do Velez Sarsfield também chega, para o lugar do William. Romarinho substituiu Gilsinho. O Leandro Castán só será reposto se vier uma contratação de peso, já que no elenco já há quatro bons zagueiros: Paulo André (precisa de ritmo), Chicão, Wallace e Marquinhos (precisa de experiência).

O único setor que não tem ninguém ainda é a reserva da lateral esquerda.

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