O Tite já
deixava claro, no Bate-Bola da Espn, que o Paulinho não seria negociado com a
Inter de Milão e o Mário Gobbi logo depois confirmou que a dupla de volantes campeã
da Libertadores irá ficar. Anúncio dado no mesmo dia que a taça do torneio chegou ao
Memorial do Corinthians.
Não que o
Ralf tivesse perigo de sair.
Uma mudança
cenário quando mantemos um dos melhores jogadores do time. Perder Leandro
Castán, William, Ramón, Gilsinho já não parece o fim do mundo. Tirando o
zagueiro, as perdas podem ser reparadas. Até as negociações que ainda estão acontecendo
(Alex e Liedsón) não parecem afetar o time.
Aliás, os
dois devem sair se quiserem. A diretoria já havia deixado claro que não ia
tentar impedir a saída de Alex, iria ficar se quisesse ficar. Na saída do jogo
contra o Botafogo, o meia afirmou que deixa as negociações com a diretoria.
Ligue os pontos. Se ele sair, o Douglas, que vem jogando bem, pode se encaixar
no time, basta correr mais.
O Liédson
também só fica se quiser assinar por menos tempo. O Corinthians quer seis
meses, ele quer dois anos. A lógica das técnicas de negociação é que seja
fechada por um ano. Poderá ser uma assinatura por serviços prestados, já que
Paolo Guerrero foi contratado para a mesmo posição e Liédson ainda não
apresenta preparo físico ideal.
Além de
Guerrero, Martinez do Velez Sarsfield também chega, para o lugar do William.
Romarinho substituiu Gilsinho. O Leandro Castán só será reposto se vier uma
contratação de peso, já que no elenco já há quatro bons zagueiros: Paulo André
(precisa de ritmo), Chicão, Wallace e Marquinhos (precisa de experiência).
O único
setor que não tem ninguém ainda é a reserva da lateral esquerda.
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