13 junho 2019
E agora Carille?
10 junho 2013
Não para, não para, não para... calma, é melhor parar
04 junho 2013
A falta que você me faz
02 junho 2013
'Rhayneres e Danilos', de Tostão
Na coluna da última quinta-feira na Folha de S. Paulo, o ex-jogador Tostão escreveu fazendo uma diferença entre os jogadores que precisamos no futebol brasileiro, como o Danilo do Corinthians, cerebrais e decisivos, ao contrário do que hoje temos muito, como o Rhayner do Fluminense, velozes e com vontade, mas com pouca técnica. Acho interessante destacar algumas frases.
"Alertava que o Brasil produz, cada vez mais, do meio para a frente, jogadores como Negueba e Rhayner, velozes, dribladores, mas com pouca técnica e lucidez. Ameaçam muito e realizam pouco. Passam e finalizam mal. Parecem melhores do que são."
"Nos últimos tempos, proliferaram, no Brasil, os Neguebas e os Rhayneres, em detrimentos dos Danilos. O jogador do Corinthians tem características opostas. Possui pouca velocidade e mobilidade. Dribla pouco, mas tem muita técnica e lucidez. Passa e finaliza bem. É melhor que parece. Seus inúmeros gols, em jogos decisivos, não são coincidência."
Quem quiser ler a coluna completa, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/tostao/2013/05/1286465-rhayneres-e-danilos.shtml
29 maio 2013
O Contador
12 dezembro 2012
Onde o Corinthians acertou
09 setembro 2012
O Corinthians estaria na briga pelo Brasileirão se não fosse o próprio Corinthians.

O Corinthians poderia estar brigando pelo título agora. Não fosse o próprio Corinthians, que jogou muitos jogos sonolentos e sem vontade, mesmo após vencer a Libertadores e começar a usar titulares no Campeonato Brasileiro.
Para começar essa análise, vamos pular todas as rodadas disputadas durante a competição continental, mas levando em consideração que em sete rodadas, foram quatro derrotas, dois empates e uma vitória, aquela contra o Palmeiras, o jogo do Romarinho.
(E derrotas para o Fluminense em casa, aonde os dois usaram os times reservas e para o Figueirense, em casa, e com o time titular.)
Com a entrega das faixas da Libertadores e o primeiro jogo dos titulares após a competição, o Corinthians perdeu em casa para o Botafogo, de 3x1. Poderia ter, pelo menos, empatado, com um time sempre incostante no campeonato, como é o time carioca. Lembre-se, em casa.
Na 11o rodada, uma após a vitória com cara de Corinthians contra o Flamengo, o Timão consegue empatar no Pacaembu contra a Portuguesa, mesmo depois de atacar muito no segundo tempo, mas com chutes sem pontaria. Seriam mais dois pontos.
Contra o Atlético-GO, quatro rodadas depois, um erro do árbitro prejudicou a vitória, mas ainda assim, era um jogo contra o laterna do campeonato na época, e em casa. Mesmo com a falha da arbitragem, poderia ter vencido esse jogo. São mais dois pontos que poderiam ser somados.
Já na Vila Belmiro, podemos culpar sim a arbitragem, mexendo decisivamente no resultado do jogo. Três impedimentos não marcados, no mesmo lance, que resultou no gol de André. Um empate seria mais justo e mais um ponto poderia ter sido computado para o Corinthians.
Contra o São Paulo, em casa e fechando o primeiro turno, o jogo poderia ter sido ganhado nos primeiros minutos, com uma pressão forte e a criação de cinco chances, mas só um gol. Não posso afirmar que o Corinthians teria ganhado, pois o tricolor conseguiu equilibrar o jogo e fazer dois gols. Um empate e mais um ponto.
O último resultado esquisito foi contra o Figueirense fora de casa. Jogando melhor, o Corinthians conseguiu perder o jogo. Mais um jogo que poderia ter terminado, no mínimo, empatado, não? E mais um ponto perdido.
São sete pontos perdidos pelo próprio Corinthians e um contra o Santos. Hoje, com 31, o Timão teria 39, mais pontos que o Botafogo na quinta posição onze de diferença para o líder Fluminense. Diferença grande, mas alcançável, não fosse o Corinthians.
26 julho 2012
Os dois lados do Corinthians
21 julho 2012
Que venham os reforços
As substituições, aos contundidos, não funcionaram, o esquema com o Edenílson muito menos, e piorava com o Douglas não marcando como devia, tanto que quando roubou uma bola (a única) foi uma das jogadas mais perigosas do Corinthians. Era isso que tinha que ser feito, pegar a Portuguesa no contra-pé, roubar a bola com os volantes, no campo de defesa. O Emerson gritava “Vem porra!”, como quem diz “aproxima!”
Por falar no atacante, a entrada dele não resultou em gol, mas ajudou a perceber a falta que as contratações, mesmo antes de estrear, fazem. Adilson está no banco, porque Élton já mostrou que é ineficaz. Sem Danilo, sem poder ofensivo. Sem Alex, sem substituto para o Douglas. Sem Liedson, sem opção para o ataque.
19 julho 2012
É Alex no Qatar e Douglas a marcar
16 julho 2012
Corinthians tomou gol em todos os jogos do Brasileirão
13 julho 2012
Época de negociações e a mudança de cenário
10 julho 2012
HQ para relembrar título da Libertadores
No dia seguinte, a UOL já publicara um resumo em seis páginas sobre os momentos inesquecíveis. Veja aqui.
Hoje, a Globoesporte.com lançou uma mais dinâmico, com a narração de Cléber Machado, locutor oficial das partidas do Corinthians na Libertadores, e com a história passando sozinha. Veja aqui.
Um afago para aqueles (33 milhões) que nunca esquecerão 2012.
09 julho 2012
Paulinho, de saída?
08 julho 2012
Uma viagem pelo Corinthians em 90 minutos
09 setembro 2011
Vitória e liderança, com cara de Corinthians
Quase no final do jogo, a câmera focaliza um torcedor do Corinthians, com cara de torcedor do Corinthians, boné para trás, jovem, camisa do time gritando “Aqui é Corinthians!”. O que significa sofrer pelo time e ganhar o jogo com garra. E, somado a tudo isso, mostrar bom futebol.
24 julho 2011
Na primeira derrota do campeonato, só o Alex se salvou

O time foi Renan, Welder, Chicão, Leandro Castán, Ramon, Ralf, Paulinho, Danilo, Jorge Henrique, William e Emerson. Depois entrou Alex, Edenilson e Elias Oliveira. De todos, só podemos arrancar elogios a Alex. Dos outros, qualquer um dos deles, será destacado mais as falhas e a falta de ação do que a ajuda ao time.
Renan falhou no gol, Welder, Chicão, Leandro e Ramon pouco ajudaram, Ralf também tem boa culpa no gol, Paulinho não foi o de sempre, Danilo foi simplesmente inútil assim como Jorge Henrique que também culminou com a ineficácia de Emerson e William, este último ficou totalmente nervoso após o Corinthians tomar o gol.
Ao contrário de todo o time, o Alex mostrou ser aquele cara que todos esperavam. Lembrem-se. Quando o Corinthians ia aos trancos e barrancos no campeonato Paulista, se dizia, quando o Alex estrear, a coisa será diferente. Depois de alguns jogos, podemos ver a diferença que o Alex pode causar no time. Ele foi um jogador que lutou, tocou e trocou bons passes e criou as melhores chances.
Alex foi o melhor do Corinthians em campo
E mais, ele jogou bem quando todos pareciam perdidos, até por isso, as jogadas dele não resultaram em gol. Quando a maior preocupação do torcedor corinthiano era Montillo, que driblava e criava bastante, esquecemos de Wallyson e não sabíamos o quanto o Renan gosta de ficar adiantado – provou isso em outra jogada de Montillo, algum tempo depois.
O Corinthians no final de tudo perdeu no momento certo, mas na rodada errada. Primeiro, porque era um grande adversário e estava na hora de nós descermos do salto e perceber que o campeonato não é fácil, não é campeonato paulista. E agora temos uma semana para absorver a derrota – não jogamos pois o Internacional adiou nosso próximo jogo – e planejar o resto do turno – que só terá times mais fracos como Avaí, América-MG e Atlético Paranaense.
Brasileirão não é fácil, não é campeonato paulista
Mas, em uma rodada onde todos os líderes perdem e empatam, uma vitória vale por duas. Por isso repito, perdemos no momento certo, mas na rodada errada.







